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Artigo de opinião! Ser tradutor aprovado pelo IMTT: a realidade depois do “Uau”!

A APTRAD tem recebido vários pedidos para indicar associados para a tradução de exames teóricos de condução para línguas estrangeiras. Carla Sousa, associada da APTRAD, contou-nos a sua experiência mais recente com estas traduções e avisa que podem tornar-se uma verdadeira dor de cabeça!

Carla Sousa foi contactada por um cliente que precisava de um tradutor para traduzir o seu exame de código para inglês, uma tarefa que não viu como facilitada logo desde o início, que se apresentou muito mais complicada do que alguma vez imaginaria.

Primeiro de tudo, a escola de condução indicou que teria de ser tradutora autorizada pelo IMTT. Ou seja, de acordo com o seu regulamento interno, o IMTT exige um tradutor com uma licenciatura em tradução comprovada por diploma (uma licenciatura em línguas não é suficiente), tendo de fornecer à escola de condução a seguinte documentação:

- cópia do documento de identificação;

- cópia do cartão da associação de tradutores;

- cópia do diploma do curso de tradução.

Depois de se ter tornado tradutora aprovada pelo IMTT, Carla deparou-se com mais alguns problemas. Segundo a escola de condução, depois de ter contactado o IMTT, não poderia ter acesso à Internet, o que justificavam com a possibilidade de o tradutor enviar o teste ao cliente. 

O processo desenrolar-se-ia da seguinte forma. Carla teria de estar no IMTT às 14 horas no dia do exame e o cliente teria das 14h00 às 160h00 para traduzir o exame. Posteriormente, a tradução seria enviada por fax para o local onde o candidato realiza o exame.

Mais problemas surgiram quando Carla chegou ao local do exame e percebeu que nem sequer poderia usar o seu computador (mesmo não estando ligado à Internet) pois estas eram as condições do exame.

Carla recebeu então uma impressão do teste do aluno, sem qualquer imagem de apoio às perguntas e repostas, tal como acontece no teste feito pelo candidato e foi-lhe exigido que fizesse a tradução manualmente, numa folha de papel em branco. Foi-lhe posteriormente indicado que poderia ter levado um dicionário em papel.

Esperamos que esta experiência seja útil aos associados que recebam uma proposta semelhante. Não hesitem em contactar-nos caso precisem de mais informação!



Publicada em: 28/09/2015


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